Musical celebra o samba, contando sua história através de composições.
A história do ritmo, desde a origem africana à afirmação na cultura carioca no Teatro Carlos Gomes
O Musical, que tem como proposta celebrar a grande conquista do samba como patrimônio histórico cultural brasileiro e comemorar os cem anos de nascimento do Mestre Cartola, vai junto a estréia, homenagear os últimos sambistas pintores vivos trazendo, para o hall do Teatro, parte da mostra “Pintores Sambistas”, em cartaz no Centro Cultural Cartola, na Mangueira e exibir o curta premiado A Rosa da diretora Gordeeff.
EU SOU O SAMBA, de Fátima Valença e direção de Fábio Pilar conta
a história do ritmo, desde a origem africana à afirmação na cultura carioca. Claudia Vigonne, coordenadora de projetos, escolheu uma equipe de renome para comandar os bastidores. Profissionais como: a carnavalesca, figurinista e cenógrafa Rosa Magalhães, o jornalista João Máximo, o maestro Helvius Vilela, a Arquiteta e cenógrafa Doris Rollemberg e o coreógrafo Carlinhos de Jesus...
Com a proposta de oferecer uma excursão histórico musical pelos cenários cariocas por onde se ouvia, cantava e dançava o samba, o espetáculo pretende dar vida e voz a personagens anônimos que conheceram e freqüentavam esse reduto cultural, no período entre os anos 20 até o início dos anos 70, além de homenagear grandes personalidades do universo sambista, como: Carmem Miranda, Ary Barroso, Cartola, Jamelão, Nelson Sargento entre outros.
Dentro desse contexto histórico, podem ser facilmente reconhecidos os terreiros, as tias, os sambistas, quitutes, crenças e devotos da pequena África na Praça Onze. Locais como as casas de má fama, os cabarés da Lapa, dancings e cafés do centro também serão representados, assim como as mariposas da noite, os cafetões, malandros e leões de chácara.
A Mangueira, também, vai ser representada. Suas cores vão vestir 9 personagens: 6 pastoras e 3 compositores. Rosa está recriando 6 figurinos para caracterizar um rendez vouz da Lapa, onde vai abusar das cores fortes. O Jornalista João Máximo, que assina o roteiro musical, fez uma seleção de peso, escolheu 63 composições que variam entre os anos 20 e os 70. Entre as canções escolhidas estão: Meu Mundo Caiu, Boneca de Piche, Fim de caso
Não Deixe o samba Morrer, O Barracão, Folhas Secas. O Maestro Helvius Vilella cuida da direção musical.
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Terça-feira, Junho 10, 2008
BANDA LYRA DE MAUÁ CONTINUA EM SILÊNCIO
Problemas com barulho causam paralização nas atividades da Banda Lyra de Mauá
Os ensaios da Banda Lyra de Mauá continuam parados. Passados 12 dias da proibição do grupo de fanfarra em realizar suas atividades, em razão de uma denúncia de barulho excessivo feita por um morador no dia 16 deste mês, ainda não há previsão do retorno das atividades do conjunto.
Ontem, integrantes da banda fizeram manifestação na sessão da Câmara Municipal, com o apoio do presidente do grupo, Carlos Binder. Alguns familiares dos integrantes da banda, também participaram do protesto. "Espero que seja liberado logo um local para que a banda volte a ensaiar. A Lyra é um patrimônio da cidade", disse Cássia Aparecida Vendite, 45 anos.
"Estão querendo acabar com um projeto social importante para as crianças. Será que querem que elas voltem para a rua?", indagou Fabiana Perdão, 30, mãe de duas integrantes. Durante reunião realizada fora do plenário, vereadores manifestaram solidariedade à banda e se comprometeram a se reunir ainda nesta semana com o prefeito Leonel Damo para discutir a possibilidade da doação de uma nova área para a banda.
De acordo com Binder, o prefeito está viabilizando um novo endereço para o conjunto, porém, ele explica que a banda precisa ensaiar com urgência. "Temos de resolver nossa situação a curto prazo. Pois nossa agenda já está prejudicada", explicou ele.
Fonte: http://home.dgabc.com.br/default.asp?pt=secao&pg=detalhe&c=1&id=7316
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