Saxofonista uruguaio irá adaptar clássicos do jazz aos ritmos latinos. foto: divulgação
A programação do “Música na Arlequim” volta a prestigiar às culturas latinas, com o show do grupo de jazz latino formado por Daniel Santos, neste sábado, dia 10/03, às 15h, na Arlequim (Paço Imperial). O saxofonista uruguaio, acompanhado por seu Quarteto - Rodrigo Ferreira (baixo), Dudu Viana (piano) e César Brune (Bateria) - promete criar novos ambientes e texturas a clássicos do jazz (Coltrane, Chick Corea, Sonny Rollins, Charlie Parker,etc.), dando uma roupagem mais “latina”.
O saxofonista uruguaio participou de grupos de varios estilos em forma profissional desde 1988 passando por Jazz, Candombe, Salsa, Música Clásica, Rock, Soul, Tango, Bossa, etc. Entre 2005 e 2008 morou em Buenos Aires, tocando Soul, Jazz, Salsa e Tango em casas noturnas e jazzbands. Em 2008, o saxofonista chega ao Brasil, participando de Oficinas com Raul de Souza, Vinicius Dorim, Arismar do Espirito Santo, Sizão Machado, Carlos Ezequiel, Rogerio e Ronaldo Souza. Posteriormente, em Santa Catarina, forma o Quarteto de Jazz "Coisa Nossa", o duo de Tango "Em Branco e Preto" com a cantora argentina Mariana Bonifatti, o Quarteto de Salsa com Mariana Bonifatti, o Duo de Choros com Caio Fernando (violonista) e participa da formação da Big Band da FURB em Blumenau.
O uruguaio chega à Cidade Maravilhosa em agosto do 2009, fazendo shows com Rogerio Souza, Ronaldo Souza do Bandolim e João Hermeto, além de formar o grupo de Jazz Latino "Daniel Santos".
10/03 –Música na Arlequim – Daniel Santos – Sábado, às 15h
O saxofonista uruguaio e seu Quarteto, formado por Rodrigo Ferreira (baixo), Dudu Viana (piano) e César Brune (Bateria), fazem releituras de clássicos do jazz (Coltrane, Chick Corea, Sonny Rollins, Charlie Parker,etc.), apresentando-os numa linguagem latina.
Endereço: Praça XV de Novembro, 48, Loja 1 - Centro - Rio de Janeiro - RJ / Telefone.: (21) 2220-8471 (reserva)
Ingressos: R$15,00 (couvert artístico)
O pandeirista Sergio Krakowski promoveu o encontro da Música Instrumental com o Funk Carioca. foto: divulgação
Dois estilos musicais aparentemente distanciados pelos seus contextos culturais trazem em sua raiz algo em comum: a força rítmica. É baseado nesta força que o pandeirista Sergio Krakowski promoveu esta mistura.
O objetivo dessa pesquisa pioneira foi o de permitir que o pandeiro controle o computador através do som e para isso ele criou e testou diversos softwares interativos.
No entanto, a base musical do pandeirista é a Música Instrumental, e lidar com o Funk era um desafio novo para ele. Por isso, decidiu buscar DJs especializados nessa linguagem. Portanto, será junto com o DJ Bruno Queiroz que o ChoroFunk será apresentado no dia 22 de Outubro no projeto Rival + Tarde.
O show de lançamento está marcado: 17 e 18 de setembro no Rio. foto: divulgação
Depois de uma estreia bem recebida pelo público e, especialmente pela crítica em 2008, Glauco Lourenço lança-se novamente na aventura de apresentar seu trabalho. O CD independente “Bebe Chuva” chega às lojas em setembro antecipando o frescor da nova estação e, em breve, estará também disponível para download na internet.
“Bebe Chuva”, realizado por meio da Lei de Incentivo à Cultura da Secretaria de Cultura do Estado do Rio de Janeiro, traz apenas duas músicas que não são totalmente inéditas: a faixa-título – incluída no álbum “Sexo Puro”, de Suely Mesquita, e na Coleção Cartografia Musical Brasileira RJ/ES (Itaú Cultural Rumos) – e “Realejo”, gravada por Suely em seu segundo CD, “Microswing”.
O álbum traz 12 faixas, todas elas compostas por Glauco Lourenço. Assim como no primeiro CD, “Abalo Sísmico”, Glauco contou com a parceria de Suely Mesquita em quase todas elas. As exceções são as faixas “Carneirinhos”, “Nada” e “Perhaps (song to my mother)”, escritas pelo próprio cantor e compositor. Glauco assina também a produção e direção musical do CD e os arranjos com os músicos da banda que o acompanha, formada por João Gaspar (violões e guitarras), Ana Azevedo (piano), Edu Szajnbrum (bateria e percussão), Lipe Portinho (contrabaixo). A voz e os vocais são de Glauco, que nos shows se arrisca também ao piano e violão, herança dos anos de estudo de música na Unicamp e com a cantora, arranjadora e instrumentista Bia Paes Leme.
Sobre Glauco Lourenço – Glauco canta desde 1991 e compõe desde 1996. Já se apresentou na Sala Baden Powell, no Mistura Fina, no SESC Copacabana, no Teatro Café Pequeno, nas Casas Casadas, Sala Funarte Sydney Miller, Espaço Cultural Sérgio Porto, Armazém Digital Leblon, Esch Café, SESC Pompéia (SP), entre outros. Em agosto de 2010, Glauco participou do programa “Som Brasil” (Rede Globo), em homenagem a Toquinho, no qual cantou “Sei lá” e “O Pato”. Em 2005, participou da trilha sonora do longa-metragem “Diabo a quatro”, interpretando a canção “Sweet Darling”, escrita por Pedro Luís e Alice Andrade, diretora do filme.
SHOW GLAUCO LOURENÇO – “BEBE CHUVA”
Sala Baden Powell - Av. Nossa Senhora de Copacabana, 360
dias 17 e 18 de setembro de 2011, às 20h - R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (meia entrada)
Júlio Pimentel se apresentou no programa holandês Holland’s Got Talent 2011
O jovem brasileiro combinou uma apresentação de percussão com malabares. O resultado foi uma surpreendente exibição que impressionou os jurados.
Nascido em Niterói, mas de família goiana, Júlio tem 20 anos e já mora há 10 na Holanda. A família veio para a Holanda pela primeira vez em 1999, para um mês de apresentações e retornou em 2001 para mais shows e acabou se estabelecendo no país. Os pais mais os sete filhos formam o grupo musical Kriya Família.
Júlio atua como percussionista, arte que aprendeu com o pai, tocando com vários grupos – entre eles o grupo de música marroquina Magreb Mania e o City Safari Blue.
Veja no vídeo a performance do artista no programa da tv holandesa. O garoto leva jeito, hein?
GRUPO ÁGUA VIVA APRESENTA O CD "REVÉS" NA SALA BADEN POWELL(RJ)
1 de julho de 2011, 20h
Água Viva é um hepteto de música popular contemporânea que tem como base a música instrumental e a canção brasileira, mescladas a diferentes vertentes e escolas musicais. Complexidades harmônica, rítmica e melódica, polirritmias e politonalidades, erudito, popular, regional, a liberdade de improviso do jazz e a riqueza rítmica da música latino-americana abrem um leque de estilos que formam a linguagem própria e inovadora do Água Viva.
O grupo é formado pelos (multi)instrumentistas João Bittencourt, piano e sanfona; Luciano Câmara, violão, guitarra e cavaquinho; Felipe Cotta, bateria e percussão; Mayo Pamplona, baixo elétrico e acústico; Aline Gonçalves, flauta, flauta baixo, flautim, clarineta, clarone e voz; Yuri Villar, sax soprano, alto e tenor; e Marcela Velon, na voz, fazendo um papel versátil: atuando ora como tradicional intérprete em canções, ora como mais um instrumento junto aos sopros.
Sala Baden Powell Av. Nossa Senhora de Copacabana, 360, Copacabana - Rio de Janeiro - Tel: 2548-0421
R$20 inteira
R$10 meia entrada e lista amiga (envie seu nome para aguavivagrupo@gmail.com)